Convidado Para Jantar – Teresópolis gastronômica e cervejeira na Vila St. Gallen

Olá, amigos!

Sabemos que estamos em falta com vocês, nossa vida tá um tantinho enrolada esse mês, mas já tá entrando nos eixos.
Pra marcar o final dessa fase, o post do Posso Pedir? dessa semana é mais um “Convidado Para Jantar”, dessa vez convidamos a querida, linda e fashion Aninha Togashi, dona do blog Mamãe Fashionista (super recomendado pelo Posso Pedir, ok?).

Nossa convidada vai falar um pouco sobre a experiência gastronômica que ela e a família tiveram na Região serrana do Rio de Janeiro, vamos lá?


“Ana me convidou para fazer um post-resenha de algum lugar que tivesse ido e curtido muito. Pois bem! Fiquei muito lisonjeada por ser convidada para “o jantar”, hehehe… Leio todas as resenhas e salivo bastante! E como ia passar, literalmente, 24h na região serrana do Rio de Janeiro, resolvi unir o útil ao agradável. A região serrana do estado é riquíssima em bons lugares para se comer e beber, e esse que vou apresentar, em especial, é xodózinho. Espero que vocês curtam!

No sábado à noite, 6 de setembro, em ocasião do aniversário do marido, subimos a serra rumo à Teresópolis, uma cidadezinha simpática cujo turismo é movido pelas atividades ecológicas e pela boa gastronomia. Não que não sejamos ecológicos, mas fomos pela gastronomia! Marcamos um jantar no primeiro e, segundo a sommelier da casa, único “Complexo Gastronômico Cervejeiro” do Brasil, a Vila Sant Gallen.

Ouvi dizer que a Vila custou cerca de cinco milhões de reais para ser construída. O espaço é lindinho mesmo, gente. Esse tal de “Complexo Gastronômico Cervejeiro” conta com três diferentes espaços para boas refeições: Bistrô 1652, em vias de ser inaugurado e assumido por um chef britânico, Abadia, que serve fondues e racletes, ideais para as noites frias da serra e Bierfest/Biergarten, espaços respectivamente coberto e a céu aberto que oferecem uma experiência gastronômica alemã, o nosso restaurante preferido do complexo.

Nem preciso dizer que fomos ao Bierfest, né? Eu, como boa bisneta de alemão, gosto tanto da comida quanto da cerveja e as produzidas pela Therezópolis, empresa que administras e produz as bebidas servidas na casa, seguem receitas originais alemãs executadas dentro da lei de pureza estabelecida lá em 1500. “Cervejas especiais”, como mais tarde me ensinaria a Bier Sommelier Marcelle.

De entrada, um joelho de porco “pururucado”, como a gente diz aqui no Brasil, acompanhado de salada de batata super temperadinha com pimenta e mostarda. Uma coisa muito bacana dos cardápios é que os pratos vem com sugestão de cervejas que melhor harmonizam com os mesmos.

spero que vocês nos perdoem a foto, mas só lembramos de fazê-las depois que já tínhamos atacado o bichinho. Natural, né? Vocês compreendem, certamente! *risos*

Espero que vocês nos perdoem a foto, mas só lembramos de fazê-las depois que já tínhamos atacado o bichinho. Natural, né? Vocês compreendem, certamente! *risos*

E harmonização, acreditem, faz toda a diferença. Por isso, o porquinho foi acompanhado por uma deliciosa Therezópolis Rubine, cerveja bock bastante caramelada que cai muito bem com a gordura e com o sal de um “Eisbein”.

Therezópolis Rubine

Therezópolis Rubine

Como prato principal, ambos optamos por carne bovina. O New York Strip, corte de carne com cerca de 300g, era a sugestão do chef e foi a nossa grata surpresa. É um corte de carne gorduroso e muito saboroso, principalmente porque a casa trabalha com carne Angus, uma espécie de “boi Premium”. Há cerca de dez opções de acompanhamentos e cinco de molhos, eu fui nas fritas da casa, sequinhas e crocantes, temperadinhas com sal grosso moído na hora, pimenta do reino e ervas e molho à base da cerveja Stout da casa, a St Gallen Stout Porter, que combina divinamente com carnes robustas como o NY Strip.

New York Strip

New York Strip

Já o marido, além das fritas, pediu o arroz cervejeiro, um arroz branco soltinho com malte de cevada. Inusitado, confesso, mas interessante.

arroz cervejeiro: arroz branco com malte de cevada

arroz cervejeiro: arroz branco com malte de cevada

Como era aniversário do marido, fugimos da harmonização correta sugerida pela casa na hora de acompanhar os pratos com bebida. Isso porque temos nossas cervejas Therezópolis/St Gallen favoritas e não íamos deixar de bebê-las no nosso jantar. Eu pedi um chopp Stout Porter (que, em breve, vai mudar seu nome para Imperial Stout) e marido, seu favorito de todos os tempos, chopp Irish Red Ale. Não fugimos tanto assim à regra da harmonização, afinal, ambas as nossas escolhas são interessantes para carnes robustas ou defumadas, mas, com certeza, não eram as melhores escolhas para os pratos em questão.

Irish Red Ale e Stout Porter

Irish Red Ale e Stout Porter

O restaurante tem um clima muito hospitaleiro e o aniversariante do dia costuma ganhar um mimo do chef, uma tortinha alemã deliciosa e personalizada! Dizem que ela tem um ingrediente secreto, mas não conseguimos identificar. Precisamos comer mais tortinhas de lá! Feita na casa e coberta de ganache de chocolate meio amargo, harmoniza muito bem tanto com a lager Therezópolis Ebenholtz quanto com a ale St Gallen Stout Porter.

Tortinha alemã

Tortinha alemã

Mas como a tortinha é “individual” e eu tenho um marido que é bom de garfo, para não ficar na vontade do doce, pedi o tradicional Apfelstruddel, um doce alemão que adoro e como em todos os restaurantes alemães que visito. O do Bierfest Vila St Gallen é de recheio molhadinho e cobertura flambada na mesa com um maçarico, super bacana!

Apfelstruddel

Apfelstruddel

O preço não é dos mais convidativos não, vou ser sincera. Nossa conta saiu em torno de R$250,00 o que, para nós, é “salgadinho”. Mas a excelência do local vale cada centavo. O atendimento é ótimo, a comida é meticulosamente preparada, a sommelier é muito atenciosa. Para um jantar comemorativo com boa comida alemã e cervejas especiais de excelente qualidade, recomendo muitíssimo.

Dica da Mamãe Fashionista:

BierTour

O BierTour acontece sempre aos fins de semana ou feriados à partir das 12h. Custa R$30,00 por pessoa e dá direito a uma ripa de degustação dos chopps da casa devidamente harmonizado com petiscos e “provinhas” das cervejas que estão eventualmente sendo produzidas na cervejaria modelo do complexo.

BierTour

BierTour

Normalmente é o mestre cervejeiro da casa, Gabriel, que guia os “beerlovers” nessa experiência mas, uma vez ao mês, a sommelier Marcelle faz às vezes de anfitriã e desempenha o papel muito bem! O tour leva cerca de 1h e meia e aprende-se muito do universo cervejeiro, além do espaço ser muito aconchegante deixando todos os participantes muito à vontade para interagirem.

Biertour

Biertour

Ah, e ainda ganha-se um mim: uma caneca de vidro da casa para 200ml de chopp ou cerveja. No fim do BierTour recomendo, fortemente, uma passada na Souvenir Haus para levar para casa uma cerveja de cada! *risos*”

Degustando

Degustando

Informações úteis:
• Site Oficial
• Facebook

Gero – Un ristorante (quase) veramente italiano

Olá, pessoal!

Hoje vou falar sobre um daqueles restaurantes que fomos há algum tempo atrás, antes de pensarmos no blog.

A desvantagem é que as impressões não estão vivas na memória, a ponto de descrever detalhes ou lembrar dos pratos exatos que pedimos, mas acredito que isso possa atiçar a curiosidade de vocês e incentivá-los a visitar o local.

Outra desvantagem é que não tiramos fotos dos pratos, por isso adicionamos as fotos que encontramos no Foursquare.

Hoje vamos falar de um dos ícones cariocas da cozinha Italiana, o Gero que faz parte do grupo Fasano e sempre está na lista dos melhores italianos do Rio. A curiosidade sobre esse restaurante me veio aos ouvidos recentemente, quando o marido italiano de uma amiga me disse que esse é um dos restaurantes mais próximos da culinária italiana verdadeira (mas ainda não é o mais próximo).

Gero Barra

Gero Barra

De tudo que provamos no restaurante, o destaque fica -sem dúvidas- pro couvert. Os pães, azeites e pastinhas são tão deliciosamente saborosos que corre-se o risco de comer demais e não ter fome para as refeições.

Couvert

Couvert

A massa artesanal também é um destaque, além de super fresca, ela varia dos sabores clássicos aos mais elaborados e as porções costumam ser bem generosas.

Para sobremesa, se não quiser arriscar algo que possa se arrepender, escolha o tiramisu, o do Gero é perfeito.

Para quem não conhece, o tiramisu é uma sobremesa italiana clássica, simples e maravilhosa a base de queijo mascarpone, café e chocolate amargo. Não costuma ter um destaque particular ou especial nos cardápios, mas se um restaurante italiano não a executa com perfeição, duvide da qualidade do mesmo.

A brincadeira não é barata: $$$ se não pedir vinho, porém vale lembrar que a adega do Gero está entre as melhores e mais completas da Barra da Tijuca.

Links úteis:
Facebook do Gero
Facebook do Posso pedir?

Bistrô Mesamis – Um toque francês na Zona Norte Carioca

Hello, boys and girls! Sentiram nossa falta? Estamos de volta, depois dessas curtas férias num dos países mais bonitos da América do Sul, cuja culinária está em alta no mundo inteiro, o Peru.

Temos muita coisa pra contar pra vocês sobre todos os sabores que provamos na incrível terra dos antigos Incas, mas isso fica pra outro post.

O assunto de hoje é outro, ou melhor, o mesmo de sempre! Como o Posso pedir? é um blog sem fronteiras, adentraremos no pacato bairro da Vila da Penha, no subúrbio carioca, que está ganhado fama devido aos novos restaurantes, bistrôs e pubs que recentemente abriram por lá.

Dica do Posso pedir?: visitem o subúrbio da sua cidade, você pode se surpreender!

Aberto a pouco mais de 3 meses, o Bistrô Mesamis (não tem site oficial) deu a Vila da Penha um toque romântico pra francês nenhum botar defeito.

Cozinha do bistrô

Cozinha do bistrô

Num ambiente aconchegante, com boa música e um cardápio convidativo, o Bistrô Mesamis tem como carro chefe seu crepe com 50 variações de recheio e uma adega com 30 rótulos de vinhos pontuados.

Dessa vez a experiência foi com amigos, o marido não participou. Comecei dividindo um delicioso riesling alemão com uma das amigas (não fotografei o rótulo, shame on me! Mas é o único branco alemão da carta) que harmonizou como uma “luva” com o crepe que pedi.

Por um excelente preço, você tem a opção de pedir até 3 “toppings” (ingredientes pro recheio) no crepe salgado e 2 no crepe doce, montando seu crepe perfeito. A minha escolha foi mussarela de búfala, presunto e alho poró.

Na primeira garfada eu fui ao céu, não lembro de ter comido um crepe melhor na vida (e com certeza ainda não era o riesling falando). Os ingredientes, tanto do recheio quanto da massa, eram de excelente qualidade, o que faz TODA a diferença! Por isso sempre bateremos na tecla de se pagar um pouco mais por algo que realmente valha a pena pro nosso paladar e organismo.

Crepes deliciosos

Crepes deliciosos

Após o crepe, pra continuar o papo animado e terminar a garrafa de vinho, resolvemos experimentar uma das entradas deliciosas e tentadoras do cardápio e escolhemos as famosas “fritas com queijo cheddar e bacon”.

Confesso que tenho MUITO medo de pedir essa entrada, porque sempre me decepciono com a qualidade da batata ou do cheddar. Quando não é aquela batata congelada industrializada, é o cheddar de “sacão” que vende em mercados e distribuidores pra lanchonetes e restaurantes, aquele que não passa de um requeijão vagabundo com sabor artificial de cheddar, mas que na verdade tem gosto de margarina.

Nesse caso a grata surpresa foi não só a batata feita pela casa, como também pelo verdadeiro queijo cheddar que vai por cima. Uma delícia pra compartilhar com os amigos! Continuando a “gordice”, pedimos o molho de gorgonzola a parte, leve na textura e forte no sabor, simplesmente fantástico, o que caiu muito bem naquelas batatas solitárias que sempre ficam desprovidas do cheddar!

Dessa vez pulamos a sobremesa, mas na próxima eu vou experimentar e contar pra vocês.

Vamos ao que interessa:

Você pode ter essa experiência deliciosa sem pagar muito!

  • O crepe custa R$19,00 e tem direito a 3 ingredientes a sua escolha.
  • O riesling alemão foi R$ 55,00 e dá pra dividir entre 2 ou mais pessoas.
  • A porção de batata com cheddar foi R$ 25,00 e divide-se com 2 ou mais pessoas.
  • O molho extra foi R$ 5,00, também divide-se com a mesa.

Eu não posso terminar esse post sem falar na simpatia, carinho e atenção com que fomos tratados pelo dono e pelo staff do Bistrô. Não vejo esse tipo de tratamento em muitos dos restaurantes metidos a besta da Zonal Sul e Barra -e olha que eramos um grupo de 4 jovens “mal vestidos” e “barulhentos” numa noite de quinta-feira! Espero sinceramente que o Bistrô dure anos e mantenha a qualidade na comida e no atendimento. Aproveitem pra dar uma força e curtam o Facebook do Bistrô.

Posso pedir? também tem página no Facebook. Curta e acompanha nossas atualizações também por lá!

Lá e de volta outra vez

Pessoal, vamos dar uma pausa de 15 dias nas atualizações Posso pedir?, pois desbravaremos novos sabores em terras internacionais sul americanas!

Não se preocupem que voltaremos com MUITAS novidades gastronômicas -nacionais e internacionais- e dicas imperdíveis pra vocês.

Enquanto isso, mande suas dicas, sugestões e reclamações pra: possopedir@gmail.com.

Também aproveite pra reler nossos posts e deixar comentários.

Até breve!

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Bar do Adão – Bom, Bonito e Barato

Se você está com a grana curta -ou não quer gastar muito- mas está afim de sair, confraternizar com os amigos, beber um chopp gelado e ainda comer um dos melhores pasteis do Rio de janeiro, o seu lugar é o Bar do Adão.

Localizado em vários bairros acessíveis do Rio de Janeiro, o Bar do Adão é o típico buteco chic carioca, com um cardápio farto de comidas em porções generosas e bebidas a preços abaixo da média, porém a estrela do cardápio é o pastel.

Milhares de sabores de pastel

Milhares de sabores de pastel

Do tamanho certo, bem recheado e com sabores criativos que agradam a qualquer paladar, variando dos simples de queijo e carne aos temáticos, como o burrito carioca -de feijão com queijo coalho- e “dos Deuses” com quatro tipo de queijos diferentes, incluindo o gorgonzola e provolone.

E se você pensa que o pastel é queimado ou gorduroso, se engana! São sempre bem fresquinhos, sequinhos, crocantes e dourados na medida certa.

Douradinhos e crocantes

Douradinhos e crocantes

O padrão dos pasteis do Bar do Adão se mantém em todas as unidades e o preço varia entre R$ 3,80 a R$5,00. Gasta-se em média R$30,00 por pessoa pra comer bem (cerca de 4 a 5 pasteis e uma bebida).

Recheio farto

“dos Deuses” bem recheado

Então, se passar em frente a uma das unidades do Bar do Adão, pode entrar e pedir que nós garantimos!

Momento Saúde – Chia

Estreando a coluna Momento Saúde no “Posso pedir?” vamos falar de super alimentos, em especial a Chia.

O que são super alimentos?

“Super Alimentos” são aqueles que apresentam em sua composição muitas vitaminas, minerais, fibras e compostos de ação antioxidante e por isso são capazes de ajudar na manutenção do peso, na redução do colesterol, do risco de doenças cardiovasculares e de câncer, ou seja, além de nutrirem o organismo, melhoram a qualidade de vida. (texto retirado do site Mundo Verde)

O que é a Chia?

A Salvia hispanica, popularmente chia, é uma planta herbácea da família das lamiáceas (assim como a linho e a sálvia), nativa da Guatemala e das regiões central e austral mexicanas. O que vende pra consumo são as sementes. (fonte: Wikipedia)

Pois bem, há poucos anos atrás descobriam que a Chia, como bom super alimento que é, fazia milagres pra quem desejava emagrecer, além de ser uma fonte nutricional inacreditável. Houve uma modinha entre os “dieteiros” de plantão (assim como o óleo de coco e de cártamo), mas de repente parou-se de falar tanto dessa sementinha.

Eu já tinha experimentado algumas coisas que levavam chia na receita, mas não levava muita fé nessa “semente milagrosa”, achava que era modismo e tudo mais. Um dia, tomando café da manhã na casa dos pais do Ricardo, minha sogra apareceu com um pote de chia e perguntou se eu gostaria de colocar um pouco no iogurte.

Esse era o momento de matar a curiosidade sobre o gosto da tão falada chia. Provei e pra minha surpresa, praticamente não tinha gosto e a textura era tão suave que não interferia no iogurte! Maravilha! Tenho sérios problemas com textura de alimentos.

Sementes de Chia

Sementes de Chia

Sinceramente, apesar de ter aprovado a experiencia, continuei desacreditando sobre todos os “poderes mágicos fenomenais”  da tal Chia e deixei pra lá.

Na vez seguinte em que fui tomar café nos meus sogros, vi o pote de chia e pensei “porque não?” e já adicionei no iogurte automaticamente. Curiosa, aproveitei pra perguntar pra minha sogrinha amada aonde tinha comprado  e ela resolveu me dar um pote fechado de presente.

Demorei umas duas semanas pra começar a usar a tal da Chia, por pura preguiça, mas essa semana resolvi aderir a sementinha. Ao abrir o pote, encontrei um folder explicando o que é a chia, quais as propriedades, tabela nutricional e tudo mais.
Até aí, qualquer suplemento alimentar, diet shake ou coisa do tipo também tem um folder com a mesma coisa, afinal, propaganda é a alma do negócio, certo?

A primeira coisa que me chamou atenção foram as seguintes informações:

  • 5x mais cálcio que o leite integral
  • 4x mais ferro que o feijão cozido
  • 4x mais fósforo que o ovo
  • 12x mais magnésio que a banana
  • 1,8x mais zinco que o queijo fresco
  • 3x mais omega 3 que o óleo de canola

OPA, 4x mais ferro que o feijão? Me comprou nessa, eu odeio feijão!

Folder explicativo

Folder explicativo

Comecei a usar domingo a noite (30/06) e adiciono uma colher de sopa em 2 das refeições que faço ao dia, principalmente café da manhã e lanche noturno. E não é que a danadinha da semente cumpre o que promete? tenho comido menos e sentido menos fome, além de me sentir mais bem disposta durante o dia. Como só tem 3 dias não posso dizer que emagreci, claro! Mas vamos ver como fica com o uso contínuo.

Infos importantes:

  • A semente de chia pode ser encontrada em qualquer loja de produtos naturais e seu valor varia entre R$ 30,00 e R$ 40,00.
  • O ideal é utilizar uma colher de sopa nas refeições que desejar.
  • Excelente fonte de proteína de origem vegetal. Fica a dia pros vegetarianos e veganos!

PPP no PP

Um belo dia há dois ou três anos, estava eu entediado esperando minha avó e meus tios para um almoço no Rio Design Leblon. Sem muito o que fazer, fiquei andando de um lado para o outro até me deparar com algo muito perigoso: um quiosque com produtos culinários.

Foto de divulgação do quiosque

Foto de divulgação do quiosque

Não sabia do que se tratava, mas um simpático vendedor prontamente me explicou. Era um quiosque da Première Pression Provence (site brasileiro). Hmm, entendi… só que não. Nunca tinha ouvido falar da PPP, mas o rapaz vendeu bem o produto e logo propos uma degustação.

Ele parecia tão ansioso em vender alguma coisa que nem percebeu que estava sem pão! Determinado, ele pediu que eu esperasse enquanto pegava um pãozinho no Café ao lado. Que bom que esperei, pois provei algum dos azeites, polpas e mostardas mais gostosos da minha vida.

Pensei  que havia descoberto uma mina de ouro. Separei um azeite, uma polpa de azeitonas com nozes e uma mostarda escura trufada. Reparem que até aquele momento, o preço dos produtos não havia entrado na conversa.

Quando finalmente comecei a perguntar sobre os preços, entendi o empenho do vendedor. O azeite, de apenas 250ml, custava R$ 70; a polpa, em um pote pequeno, era algo perto de R$ 30; a mostarda vinha em uma espécie de tubo de pasta de dente e beirava os R$ 60.

Por essa eu realmente não esperava… mas depois de ser muito bem atendido e provar metade de loja, me senti mal em não comprar nada. Disse para deixar a mostarda para outro dia – que nunca chegou – e levei o azeite e a polpa.

Les moines du Barroux

Les moines du Barroux

O azeite é esse ai da foto. Como todos os azeites da PPP, ele foi produzido na região de Provence, na França. A empresa não fabrica os azeites, ela trabalha com diversos produtores locais e se responsabiliza pela distribuição do produto.

O vídeo abaixo mostra a abadia onde o azeite foi fabricado e os monges envolvidos no processo.

 

O que torna o azeite diferente é o fato dele ser feito com azeitonas pretas. Para quem não conhece, não existe azeitona verde, roxa ou preta; a azeitona é a mesma, o que muda é o momento em que ela é colhida. Quanto mais madura, mais escura ela fica. O fruto maduro dá um gosto mais suave e adocicado do que os azeites tradicionais.

Na época me senti mal em gastar R$ 70 em um azeite, mas no final fiz as pazes comigo mesmo. Afinal, o tal azeite foi o melhor que provei até hoje. Mesmo assim, não voltaria a comprar. Hoje em dia esse azeite custa R$ 90, um verdadeiro absurdo! Se for para comprar aqui no Brasil, esqueça. Contudo, fique de olho quando for para outro país, é possível comprar um kit com três azeites por 25 euros.